Por que você não deve experimentar a tendência de queima de cabelo

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Os brasileiros são conhecidos por estar no topo da batida da beleza, de blowouts a bronzers. Mas a última tendência para chegar aos estados - velaterapia, que se refere a cortar o cabelo com a chama de uma vela - é um pouco mais difícil de atrasar, mesmo com uma supermodelo como Alessandra Ambrosio apoiando. A técnica, que é popular no Brasil desde os anos 60 , envolve torcer firmemente um fio de cabelo e, em seguida, passar uma chama ao longo dele para queimar as pontas duplas que se projetam. Supostamente, o cabelo fica liso e fresco (como se você acabasse de cortar, mas não perdeu o comprimento) depois. Mas isso não significa que você deva tentar.

'Esta é a pior ideia de todas', diz o cabeleireiro Matt Fugate no Sally Hershberger Salon. 'Qualquer pessoa que seja educada nas camadas da haste do cabelo sabe que esse tipo de processo irá arruinar sua cutícula - sua camada transparente de proteção - enfraquecer seu cabelo e expor sua camada de córtex ao meio ambiente.' Os brasileiros são conhecidos por torturar seus cabelos ao sol e com ferramentas quentes; “é por isso que eles têm que encontrar soluções rápidas, como as explosões brasileiras carregadas de formaldeído que fazem os estilistas usarem máscaras no salão para lidar com os vapores mortais”, diz Fugate. Para testar o quão ruim é essa tendência, tente deixar cair uma mecha de cabelo caída em uma vela e observe a textura frisada e torcida. 'Muda completamente devido à reação química e não há como voltar ao normal.' Sua melhor aposta para pontas secas? Uma máscara de cabelo e um corte de cabelo normal, antigo e sem chamas.